terça-feira, janeiro 25, 2011

O Lenço


Suporte: Lenço de papel, extra-suave
Tinta: Cor Púrpura, Biológica.
segunda-feira, janeiro 24, 2011

Para o senhor Valentim


Comptine d'une Autre Été
, para o senhor Valentim, e para os que demais gostarem da música. Com esperança de que não dêem muito valor ás pequenas falhas do principiante.
do seu caro
Determinismo
sexta-feira, janeiro 21, 2011

MM

Marilyn conseguiu chegar ao patamar do estrelato que lhe permitia, por ela própria, escolher as fotos que queria ver publicadas. As que eram recusadas levavam com uma cruz de batom por cima... Sem saber, a musa criava arte.
domingo, janeiro 16, 2011

Ouvi Dizer

Os Ornatos Violeta andaram por cá um período considerável de tempo, o suficiente para marcarem a arte musical portuguesa... Esta música tornou-se conhecida pelo grande público recentemente, enfim, num programa que pouco privilegia a música em si, e que por essa mesma razão deixou de parte um trecho final recitado por Vítor Espadinha com um toque de comoção que decidi salientar aqui:

"A cidade está deserta,
E alguém escreveu o teu nome em toda a parte:
Nas casas, nos carros, nas pontes, nas ruas.
Em todo o lado essa palavra
Repetida ao expoente da loucura!
Ora amarga! Ora doce!
Pra nos lembrar que o amor é uma doença,
Quando nele julgamos ver a nossa cura!"

quinta-feira, janeiro 06, 2011

Os Barbixas e os seus Jogos

"Os Barbixas" é um grupo de teatro de humor improvisado brasileiro. Umas verdadeiras pérolas, óptimas para se passar um bom período de tempo. No seu espectáculo "Improvável", limitavam-se a representar com determinados jogos(com nomes como "Só Perguntas"(vídeo abaixo),"Troca","Transforma") todos recorrendo ao improviso através da plateia. Fica aqui um vídeo, com ligações no final para outros vídeos deles.
Divirtam-se!

quarta-feira, janeiro 05, 2011

Mar Me Quer


"Deus é assunto delicado de pensar, faz conta um ovo:
se apertar-mos com força parte-se,
se não segura-mos bem cai."

Dito do avô Celestiano, proveniente dum velho provérbio macua


E com ditos da etnia macua,que toam um pouco de lúgubre, começam todos os capítulos de "Mar Me Quer" de Mia Couto. Zeca Perpétuo, enlevado de amores pela vizinha mulata e roliça, Luarmina, conta-lhe histórias de si, do mar, de gentes passadas. Mas o melhor, é a imprivisibilidade das suas "histórinhas", coisas do arco da velha. Lê-se de um jacto.

As suas escritas destinguem-se por uma criatividade lexical, como se misturasse palavras e as reinventa-se. Soa bem, soa engraçado, sou criativo. Algo de Mia tem de se ler, fica a sugestão!